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Políticas e Práticas Curriculares de Alfabetização: É possível contemplar os sujeitos diversos e seus modos individuais de aprender?

Período:

Coordenador(a):

Integrantes:

2024 - Atual

Maria Letícia Cautela de Almeida Machado

Maria Letícia Cautela de Almeida Machado; Paula da Silva Vidal Cid Lopes; Janaína Moreira Pacheco de Souza; Andréa Rangel Mores; Josilene Oliveira; Renata Pereira Chrispino; Glaucia Guimarães da Silva; Milena Prado dos Santos Peres; Maria Clara Fajardo Souza Lima; Paloma Caetano Araújo; Glaucia Soares Nogueira; Vitória Gomes Araújo; Maria Fernanda Benevenuto de Mattos

Um considerável retrocesso às noções mecanicistas de alfabetização pode ser observado através de políticas públicas como, por exemplo, a Base Nacional Comum Curricular (BRASIL, 2018) e a Política Nacional de Alfabetização (BRASIL, 2019a) Entretanto, há estudos consolidados no Brasil, há mais de quarenta anos, que, utilizando-se de referenciais histórico-culturais, destacam a estreita relação entre a cultura e os modos de aprendizagem da leitura e da escrita. Os paradigmas contemporâneos de alfabetização consideram as questões didático-pedagógicas sem, com isso, centrar-se em escolhas metodológicas unificadas, pois são privilegiados os modos diferenciados de produção de conceitos em linguagens. Do ponto de vista político-ideológico, a alfabetização requer ações organizadas de resistência às imposições metodológicas, de caráter generalista, que não considerem a docência como atuação construída a partir da autonomia, da autoria e da democratização do ensino. Nesse sentido, o presente projeto tem como objetivo discutir políticas, princípios e estratégias pedagógicas de alfabetização que, ao considerarem os diferentes sujeitos que constituem as escolas públicas brasileiras, efetivamente contribuam para a formação de leitores e escritores. Assim, busca-se salientar os processos de ensino e de aprendizagem da língua escrita sob vértices que os definem, conceitualmente, pedagogicamente e politicamente, de forma a contemplar a diversidade humana, com vista à inclusão social. Para tanto, propõe-se como opção metodológica o desenvolvimento de uma pesquisa de base teórico-prática, de natureza essencialmente qualitativa, nos moldes de uma pesquisa-ação. Farão parte das ações metodológicas: uma pesquisa bibliográfica, um estudo exploratório documental, entrevista com professores alfabetizadores e análise de produções escritas de estudantes em processos de alfabetização..

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